E foi assim que tudo começou ....
Aos 10 dias do mês de janeiro de 1918, realizou-se a sessão de instalação da loja Capitular Branca Dias, no Templo da Loja Regeneração do Norte, sob a Presidência do Pod.: Ir.: Guilherme Antonio da Costa, aclamado Venerável Mestre provisório pelos 25 (vinte e cinco) irmãos fundadores, presentes à Reunião.
De sua Regularização
Ao Oriente da Capital da Parahyba do Norte, sob os auspícios do Grande Oriente do Brasil, sua regularização deu-se em 13 de maio de 1918. Em 27 de maio de 1918, realizou-se a Eleição para escolha da Diretoria, sendo eleito o irmão EDWARD COLLIER LAIGH Venerável Mestre, para o período maçônico de 1918 a 1919. Em 11 de dezembro de 1918, foi aprovado seu Regimento Interno, pelo Poderoso Conselho Geral da Ordem do Rio de Janeiro, cujo prefácio tem a seguinte redação:
"Branca Dias"
"Jovem e formosa parahybana, residente no Gramame, a 18 quilômetros desta Capital, nasceu no dia 15 de julho de1734. Descendente da raça hebraica, foi acusada de herege e presa logo depois, de ordem do Santo Offício. Conduzida a Lisboa, expirou no auto da fé, às 6 horas da tarde de 20 de março de 1761.
Essa vítima da fogueira inquisitorial dá o seu nome a uma Loja Maçônica, que tomou a si a nobre tarefa da glorificação à memória sublime de Branca Dias".
Em 22 de julho de 1927, por força do Decreto nº 60, deligou-se da Federação do Brasil, abandonando o Rito Adonhiramita, passando a reconhecer o Soberano Supremo conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito, tendo em vista que o Grande Oriente do Brasil, denunciara o Tratado com o Soberano Supremo Conselho por intermédio do qual os maçons da confederação maçônica Brasileira, a qualquer Rito pertecente, conseguiam seus gráus e diretos da Maçonaria Universal. Passando a partir desta data a categoria de Loja Simbólica, suprimindo de sua organização os trabalhos capitulares.